TOMA CONTA DA SUA VIDA: O PODER DA AUTORRESPONSABILIDADE



Leiam este texto! Leiam! Porque quem lhes escreve é uma pessoa que constatou, na prática, que sair do papel de vítima é muito mais fácil do que aguentar as consequências de ficar nele.

Bom, todo mundo nasce pequeno, imaturo, com desconhecimento em relação a vida… e cresce com crenças pré concebidas, pensamentos e comportamentos induzidos. A questão é que tudo isso faz do fato de não termos controle da nossa própria vida algo normal. E isso é um imenso erro e a raiz de muitos problemas.

Por vivermos em inércia, nem nos questionamos sobre o porquê de estarmos submetidos a certas situações que nos desagradam, nem sobre o quanto temos de responsabilidade sobre isso. “Foi meu pai, foi minha mãe, foi minha irmã, minha tia, minha amiga, meu namorado, meu marido, o outro.”, mas nunca nós. Esse pensamento é reconfortante até o capítulo dois. Se pensarmos que foi culpa do outro nos deixa aliviados em um primeiro momento, acreditarmos nisso nos prende à situação negativa pela vida toda, condenando-nos a uma morte de alma lenta e gradual.

Percebam que não estou dizendo aqui que o outro não teve responsabilidade sob o seu sofrimento,nem que estão certos. Pode ser que realmente estejam errados, mas culpa, culpa por sofrermos, temos apenas nós ao darmos poder sobre nossa vida à outras pessoas.

Ao tomar contato com essa consciência, já com meus 30 anos, me revoltei. E entendo que você se revolte também, “se na nossa visão o outro é errado, por quê raios a culpa é minha? Por quê EU é que tenho que mudar?”. E o objetivo mais importante desse texto é lhe fazer pensar que a solução para o nosso sofrimento não está em vermos quem tem mais responsabilidade sobre o problema e sim em resolvermos o problema buscando o nosso bem estar, independente de quem é o certo ou o errado. É criarmos consciência de que a única pessoa com o poder de mudar as nossas vidas para melhor, levando-a para o caminho que queremos, somos nós. Ah...e nada disso significa termos que concordar com o outro e portanto, divergimos de nossa essência e ideais. Concordar com algo não é aceitar, nem interiorizar esse algo para si.

Se termos a nossa vida em nossas mãos nos dá uma sensação de responsabilidade enorme e um incômodo inicial por assumirmos que tudo que nos ocorre é sim culpa nossa, quando deixamos esses sentimentos de orgulho e insegurança de lado, somos levados por uma alegria imensa de termos o poder das nossas vidas em nossas mãos. E isso é incrível: é como estourarmos pipocas em nosso coração. É como sairmos gritando de mãos abertas contra o vento. É uma libertação sem tamanho, porque é uma evolução maravilhosa nos tornarmos donos do nosso destino, mesmo que isso nos custe admitir que nem sempre acertamos, mesmo tendo boa intenção. Vale o risco do erro, sabe? Vale a culpa repentina que, com um pouquinho de maturidade, humildade e entendimento do processo evolutivo da vida, pode ser facilmente transformada em compreensão, compaixão e carinho pelo que somos.

Termos a nossa vida em nossas mãos como verdadeiras Julias, portanto, termos autorresponsabilidade sobre nossas escolhas, sairmos do papel de vítima, de passividade perante aos outros e ao nosso destino, nos permite um encontro mais real e mais constante com felicidades. Não há nada melhor do que podermos ser o que somos, fazermos o que creemos e vivermos uma vida totalmente fiel a nós, vida de Maria Julia poderosa e realizada. Não tem nada mais heróico do que termos o poder de acabar com o nosso próprio sofrimento, minha gente.

Saia do papel de vítima, no começo dói, mas depois vira um tesão sem tamanho. É incrível ser da gente. Recomendo! Você nunca mais vai querer sair desse estado de orgasmo. Toma conta da sua vida!

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